Ilustração nº 002 · Oração
A janela aberta de Daniel
A casa de Daniel na Babilônia tinha uma janela estratégica: aberta na direção de Jerusalém. Três vezes ao dia, ele se ajoelhava diante dela. Quando o decreto real proibiu orações, Daniel fez o que sempre fez — “abriu as suas janelas... e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava... como também antes costumava fazer” (Daniel 6.10). A lei mudou; a janela, não.
Há algo profundo nesse costume: Daniel não orava escondido, nem orava por espetáculo. Orava como quem abre a janela de casa — um gesto doméstico, diário, orientado. A oração perseverante não nasce de crises; ela sobrevive às crises porque nasceu de hábito.
A cova dos leões não ensinou Daniel a orar. A janela ensinou.
Aplicação prática
Para mensagens sobre vida devocional e perseverança na oração. Pergunte: “Onde fica a sua janela?” Ajude os ouvintes a estabelecer lugar, horário e direção. A constância de Daniel na janela explica a coragem de Daniel na cova.